Aos 40 anos, o galego Alejandro Marque disputou esta segunda-feira os últimos quilómetros da carreira numa Volta a Portugal, algo que, assume, lhe trouxe algum nervoso miudinho.
"Hoje, estava um bocadinho nervoso à partida, porque, claro, ia ser o último dia, o da despedida da Volta a Portugal. Sabia que ia ser um ambiente espetacular e assim se demonstrou", começou por dizer.
Sobre o 'crono', onde foi terceiro, o galego da Atum general / Tavira / Maria Nova Hotel diz ter levado consigo todo o apoio vindo de quem estava a ver a prova. "É um exercício intenso, com muito sofrimento, mas também dá para perceber o que há do outro lado e escutar como chamam pelo teu nome, como te animam. Muitos a gritar 'fica mais um ano'. E é isso que levo. Esse carinho do público não se ganha só num ano, mas sim em toda uma trajetória."
E para brindar a esse apoio, Marque surpreendeu com um capacete especial, algo que saiu de "improviso". "Queria agradecer a Portugal e a todos os adeptos e também a todas as equipas onde passei. Há que agradecer porque cada uma me deu uma oportunidade num momento da vida e, por isso, estou hoje aqui".