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Rui Neto, treinador do OC Barcelos, não quis comentar a arbitragem polémica da final da Taça de Portugal diante do Sporting, mas admitiu que a expulsão madrugadora de Iván Morales condicionou o jogo.
Análise à partida
Sistema de Revisão de Vídeo
"Tudo o que venha ajudar o hóquei é bem-vindo, mas para mim o sistema de vídeo não é arbitragem. Errar é humano. Eu também erro nas minhas opções e em algumas decisões. Dou-vos um exemplo: geralmente, quem bate o penálti é o Miguel Rocha. Hoje decidi que seria o Ivar Morales. Se calhar, se tivesse sido o Miguel, as coisas tinham sido diferentes; ou tinha mandado a bola ao lado, ou tinha marcado golo e não levava o cartão na recarga."
"Parece-me que o jogo ficou completamente condicionado para nós nessa situação. Não vou questionar a decisão em si, mas a regra aqui é completamente absurda. A minha equipa ficou condicionada não só pelo resultado, mas porque deixei de ter um elemento aos três minutos [Iván Morales] que tem sido preponderante. A rotação da equipa foi diferente. Quando corremos atrás do prejuízo contra o Sporting, numa pista grande, o desgaste físico vem acompanhado de um desgaste emocional e mental."