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Rui Neto: «Jogo completamente condicionado pela expulsão»

Rui Neto, treinador do OC Barcelos
• Foto: FPP

Rui Neto, treinador do OC Barcelos, não quis comentar a arbitragem polémica da final da Taça de Portugal diante do Sporting, mas admitiu que a expulsão madrugadora de Iván Morales condicionou o jogo.

Análise à partida


"Antes de fazer uma análise - que é fácil de fazer - tenho de dar os parabéns à equipa do Sporting porque venceu. O jogo é fácil de analisar: ficou completamente condicionado aos três minutos. O Sporting ganhou vantagem, foi eficaz, e nós tentámos de todas as formas fazer um golo que nos aproximasse do resultado para o podermos discutir. Tentámos várias situações, mas o Sporting soube gerir bem a vantagem que teve e foi bastante mais eficaz do que nós. Portanto, isso não retira uma única vírgula ao orgulho que tenho na minha equipa e naquilo que eles demonstraram aqui hoje e durante todo este fim de semana."

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Sistema de Revisão de Vídeo

"Tudo o que venha ajudar o hóquei é bem-vindo, mas para mim o sistema de vídeo não é arbitragem. Errar é humano. Eu também erro nas minhas opções e em algumas decisões. Dou-vos um exemplo: geralmente, quem bate o penálti é o Miguel Rocha. Hoje decidi que seria o Ivar Morales. Se calhar, se tivesse sido o Miguel, as coisas tinham sido diferentes; ou tinha mandado a bola ao lado, ou tinha marcado golo e não levava o cartão na recarga."

"Parece-me que o jogo ficou completamente condicionado para nós nessa situação. Não vou questionar a decisão em si, mas a regra aqui é completamente absurda. A minha equipa ficou condicionada não só pelo resultado, mas porque deixei de ter um elemento aos três minutos [Iván Morales] que tem sido preponderante. A rotação da equipa foi diferente. Quando corremos atrás do prejuízo contra o Sporting, numa pista grande, o desgaste físico vem acompanhado de um desgaste emocional e mental."

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