_
O Comité Olímpico Internacional (COI) vai seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde em torno de um possível adiamento dos Jogos Olímpicos Tóquio'2020, devido à pandemia de Covid-19, disse esta quinta-feira o presidente do organismo.
Segundo Thomas Bach, que deu uma entrevista ao canal televisivo alemão ARD, a intenção é seguir as direções da OMS, mas a pandemia já está a causar "sérios problemas nas competições de apuramento" para o evento, que decorre de 24 de julho a 9 de agosto.
"Os sistemas de qualificação estão em perigo [em algumas modalidades]. (...) Teremos de reagir de forma flexível", explicou Bach.
Segundo o dirigente, atletas que venham de zonas particularmente afetadas pela pandemia devem poder participar num sistema "que seja justo dentro destas condições extremamente difícieis".
Apesar de hoje ter garantido que o COI trabalha da mesma forma com vista a Tóquio'2020, na cerimónia em que foi acesa a chama olímpica, na Grécia, têm sido levantadas dúvidas sobre a capacidade, e responsabilidade, de organizar o evento no verão, na capital japonesa, à luz da pandemia.
Hoje, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu o adiamento dos Jogos até 2021.
O novo coronavírus responsável pela Covid-19 foi detetado em dezembro, na China, e já provocou mais de 4.600 mortos em todo o mundo, levando a Organização Mundial de Saúde a declarar a doença como pandemia.
O número de infetados já ultrapassa as 125.000 pessoas, registando-se casos em cerca de 120 países e territórios.
Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde atualizou hoje o número de infetados, que registou o maior aumento num dia (19), ao passar de 59 para 78, dos quais 69 estão internados.
Por LusaJosé Manuel Lourenço admite que "eventualmente houve entidades que entenderam que as verbas se destinavam apenas a clubes de desporto adaptado"
Vice-presidente do Comité Olímpico Internacional assumiu esse objetivo
Pioneiro da ginástica artística nacional tinha 98 anos
Mais de uma centena de atletas vão ser remunerados
A entrevista foi moderada por Record mas conduzida pelo médio formado no Sporting
Antigo internacional colombiano estudou medicina dentária antes de ser jogador de futebol
Homem terá amealhado, ao longo de cinco anos, mais de 14 milhões de euros em receitas
Para assinalar os 52 anos do "dia inicial inteiro e limpo", Record desafiou Pacheco Pereira e Francisco Geraldes para uma conversa sobre liberdade, política e desporto antes e depois da Revolução
O médio foi observado pelas águias que não contactaram o Veneza nem os representantes do médio
Triunfo tranquilo por 4-0 frente ao Al Wasl de Rui Vitória