Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Holandês usa expressão polémica para explicar que "infelizmente os acidentes acontecem"
Seguir Autor:
Max Verstappen mostrou-se impressionado com o acidente de Romain Grosjean no GP Bahrein, no último domingo, mas diz que a vida tem de seguir em frente. Numa entrevista ao canal de desporto holandês 'Ziggo Sport' usou uma expressão que está a causar polémica...
Quando lhe perguntaram se o acidente o fez repensar a presença na F1, o piloto reagiu de forma enérgica. "Não! Claro que não é algo agradável, foi uma batida enorme. Nunca esperamos que isto aconteça, mas o perigo está nos detalhes. Vá lá, não somos maricas! Infelizmente os acidentes acontecem, mas não entendo quem diz 'não posso pilotar mais'."
Relacionadas
No dia do acidente, Verstappen recorda que o "regresso às boxes foi o pior momento". "Nós vimos aquelas chamas e não sabíamos o que tinha acontecido, se ele ainda estava no carro. Depois, vimos a imagem dele a sair do carro..."
Depois da pausa - para a pista ser limpa - os pilotos voltaram à corrida, algo que Verstappen considerou normal. O homem da Red Bull disse mesmo que se fosse chefe de uma equipa e um piloto se recusasse a voltar a correr depois de um acidente, que o despedia...
Britânico e australiano não tiveram oportunidade de sequer tirar os carros da garagem do bicampeão de construtores
Campeonato do Mundo arrancou na Austrália e termina em Abu Dhabi, a 6 de dezembro
Jovem piloto italiano da Mercedes com fim de semana para mais tarde recordar, após conquistar 'pole' histórica, 'pódio' na sprint e a primeira vitória da carreira
FIA considerou locais para eventual substituição e refere que as duas provas não terão lugar em abril
Adeptos do Valerenga deixaram este domingo mensagem de contestação contra a federação e o emblema de Bodo
Em comunicado, organismo que tutela o futebol europeu diz que AFA rejeitou as três propostas alternativas apresentadas
Antigo jogador do FC Porto foi alvo de mais de 50 queixas entre 2019 e 2023