Nick Kyrgios é o primeiro tenista do circuito masculino (ATP) a anunciar que não vai disputar o Open dos Estados Unidos, segundo grande Grand Slam da temporada que arranca no final do mês.
Através de um vídeo no Twitter, o australiano leu uma carta na qual invocou as razões para tal decisão, mas também enviou 'recados' a colegas de profissão como Novak Djokovic, depois de o sérvio, líder do ranking mundial, ter organizado um torneio de exibição que deu muito que falar.
"Os tenistas têm de pensar nos interesses comuns e agir em conjunto. Não podem correr atrás do dinheiro e tentar ganhar mais ao organizar uma exibição. Pensem nos outros, porque é disso que este vírus se trata e ele não quer saber do vosso ranking, nem de quanto dinheiro têm na conta", atirou o tenista de 25 anos, que nos últimos meses já tinha criticado a postura de outros atletas.
"Podemos reconstruir o desporto e a economia, mas não podemos recuperar as vidas perdidas. Não vou jogar o US Open. Magoa-me o facto de não competir num dos maiores palcos do desporto, mas vou ficar de fora pelas pessoas, pelos meus australianos, pelas centenas de milhares de americanos que perderam as suas vidas. Por todos vocês. Esta é a minha decisão, gostem ou não", justificou.
Para Kyrgios, "o mais importante é a saúde e a segurança de todos". "Ninguém mais do que eu quer que as pessoas mantenham os seus trabalhos. Falo daquele que trabalha no restaurante, nas limpezas e nos balneários. São estas pessoas que mais precisam de trabalhar, por isso fair-play para elas", afirmou.
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