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Kelvin Kiptum e Amanse Beriso fizeram as terceiras melhores marcas da história na distância
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Não há como negar. Valência está cada vez mais a tornar-se num destino obrigatório para quem quer correr rápido. Este domingo, na 42.ª edição de uma prova que cresceu a olhos vistos nos últimos seis anos, os vencedores masculino e feminino entraram na história ao fazerem os terceiros melhores tempos de sempre na distância, apenas atrás daquilo que foi conseguido em Berlim (nos homens) e em Chicago (nas mulheres). A Cidade do Running este domingo foi, também, a cidade dos recordes.
O primeiro grande momento do dia foi protagonizado pelo estreante queniano Kelvin Kiptum. Com 58.42 minutos de recorde na meia maratona, feito aqui em Valência há dois anos, o atleta de 23 anos surpreendeu tudo e todos e, com uma exibição autoritária, levou o título para casa com uma marca de 2:01.53 horas. Um tempo canhão, que desde logo melhorou o recorde do percurso em 67 segundos, mas que acima de tudo coloca o ainda jovem queniano como o terceiro maratonista mais rápido de sempre, apenas atrás dos lendários Eliud Kipchogue (2:01.09 e 2:01.39 horas) e Kenenisa Bekele (2:01.41). Isto na estreia!
Atrás do surpreendente Kiptum ficou Gabriel Geay, da Tanzânia, com 2:03.00 (igualou o recorde do percurso e melhorou em quase dois minutos a sua melhor marca), e a fechar o pódio o estreante Alexander Mutiso, com 2:03.29. Ao todo, 24 atletas correram abaixo das 2:10 horas, sendo que entre os portugueses o melhor foi Nuno Lopes, com 2:13.41 horas, no 38.º posto.
Surpresa no feminino
Se na corrida masculina a sensação foi a estreia ganhadora do de certa forma desconhecido Kiptum, nas mulheres houve também surpresa. No caso pela não-vitória da favorita (e também estreante) Letesenbet Gidey. Ganhou a etíope Amane Beriso, com 2:14.58 horas que a colocam também como a terceira mulher mais rápida de sempre na distância, somente atrás das quenianas Brigid Kosgei (2:14.04, em 13 de outubro de 2019) e Ruth Chepngetich (2:14.18, em 9 de outubro de 2022).
Quanto a Gidey, acabou por perder bastante ritmo a partir de 35 quilómetros, cruzando a linha de meta em 2:16.49 horas. Um tempo que, ainda assim, coloca a recordista dos 5.000, 10.000 e meia maratona como a melhor estreante de sempre na maratona, agora à frente da compatriota Almaz Ayana, que em Amesterdão fez 2:17.19. A fechar o pódio ficou outra forte candidata a ganhar, Sheila Chepkirui, com 2:17.29. Nas senhoras, refira-se, sete mulheres correram abaixo das 2:20.
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