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Campeão olímpico em 1984 é leão desde os 7 anos e só compara Gyökeres a Yazalde
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RECORD – Sendo adepto do Sporting desde os 7 anos, como reage à decisão de Ruben Amorim sair para o Manchester United?
CARLOS LOPES – O mundo de hoje não é o mundo de ontem. Há oportunidades que a gente não pode desperdiçar. Os clubes têm de estar preparados para isto e têm de se capacitar, cada vez mais, que tem de haver sempre um plano B para estas eventualidades. Se fosse eu também não perdia uma oportunidade destas. Perdi muitas oportunidades por ser sportinguista, mas hoje se calhar não tinha a mesma atitude. Portanto, é preciso ter coragem para enfrentar isto, mas ainda mais para tornar o Manchester cada vez mais forte.
R – Portanto o Carlos Lopes não é daqueles sportinguistas que assobiam e criticam, mas ao contrário aplaude e agradece?
CL – O mundo do desporto de hoje é muito mais aberto, acima de tudo para amanhã sermos felizes o resto da nossa vida. A despedida de Alvalade foi feliz. Uma saída convincente e só demonstrou que é um homem com muita coragem e com uma inteligência muito acima da média. Que seja feliz para sempre!
R – Ao longo de todos estes anos já viu muitos avançados brilhar com a camisola do Sporting. Considera Gyökeres o melhor que já viu?
CL – Destes últimos 20/30 anos é. Para mim só é comparável com o Chirola [alcunha de Yazalde], que era um jogador fabuloso. Este, para mim, nos tempos modernos é superior.
R - Acredita que o Sporting o vai conseguir segurar em janeiro?
CL – Sinceramente, tenho muitas dúvidas. Depois da exibição com o Manchester City e da forma como jogou, tenho muitas dúvidas. Mas o Sporting vai ser feliz com isso. Que venha outro igual.
R – Dada a qualidade que o Sporting tem demonstrado acredita que vai manter o 1.º lugar até final com João Pereira a render Ruben Amorim?
CL – O João [Pereira] pode ser um grande treinador, mas não sei se tem valor suficiente para aguentar pegar numa equipa como esta. Esta é uma equipa habituada e feita por um treinador, não vai ser fácil. Desejo a maior felicidade da vida ao João Pereira, mas com algumas reticências pelo meio.
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