A forma terá, porventura, ofuscado o conteúdo, porque os três maiores clubes portugueses parecem estar, no essencial, de acordo em relação à tão polémica centralização dos direitos audiovisuais. Podem dizê-lo de forma mais assertiva ou, simplesmente, lembrando promessas feitas, mas se há algo que têm em comum é a necessidade de avisar que não estão disponíveis para perder um cêntimo com as alterações decretadas pelo anterior Governo, em 2021, com vista a reduzir as desigualdades entre "grandes" e "pequenos" no futebol nacional.
Leia o artigo na íntegra no Negócios