Um veemente confronto tático marcou o tom de um clássico italianizado que se jogou quase sem balizas. A preocupação permanente com a consistência defensiva goleou, de forma rotunda, a sagacidade ofensiva, com o Benfica a mostrar uma enorme maturidade no controlo de uma partida em que sabia que era crucial não perder.
O bloqueio do jogo passou pelo recurso pornográfico a faltas (42) e por um congestionamento do corredor central [1], onde a eficácia das ações de pressão conduziu a uma aterradora escassez de espaços e a um número elevadíssimo de passes errados.
Após uma primeira parte embrulhada, o FC Porto, ciente da necessidade do triunfo, arriscou. A entrada de Herrera [2] visou a busca de um jogo mais profundo suportado por uma construção mais longa em direção às costas da última linha do rival, o que tornou o jogo mais aberto.
É certo que as oportunidades continuaram a rarear, o que levou Lopetegui a lançar Quaresma e Hernâni com o objetivo de esticar ainda mais o jogo [3], abdicando do tradicional futebol apoiado.
A resposta de Jesus, ao apostar em Fejsa para muscular o meio-campo, exibiu que a sua principal preocupação era manter a equipa equilibrada e consistente defensivamente.
O resultado dificilmente poderia ser outro, mas o empate foi mais saboroso para quem foi pragmático (Jesus) do que para quem arriscou para ganhar (Lopetegui).
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