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O Benfica District, projeto que visa transformar o complexo dos encarnados e aprovado pelos sócios, está em fase de licenciamento junto da Câmara Municipal, revelou hoje Nuno Catarino. "Não são previsíveis obras de monta no prazo de um ano", adiantou, admitindo que, a partir de 2027, possa haver "algumas disrupções na envolvente do estádio, porque isso decorre das obras".
"Neste momento estamos a falar com quase todos os departamentos, empresas municipais, e está-se a fazer esse trabalho de campo. Esperamos ter uma resposta para o licenciamento nos próximos meses", concretizou o CFO do Benfica, prevendo a entrada de novos operadores e a definição do project finance num horizonte de nove meses.
As obras não afeterão o estádio e, por conseguinte, a a equipa de futebol, ao contrário do que acontecerá com as modalidades. "Estamos a procurar espaços para que as nossas equipas possam jogar, estamos a arranjar alternativas, e vai haver duas épocas com alguma convulsão, que é a parte em que se está a reconstruir, para melhor, toda a parte desportiva", adiantou, apontando a "algumas condicionantes de acessos".
Eleições: operação pesada
Na entrevista à BTV, Nuno Catarino explicou, ainda, o desvio de 2,7 M€ nos gastos com as eleições do Benfica realizadas o ano passado. "Quando fizemos uma orçamentação de 550 mil euros, assumimos um pressuposto de umas eleições que seriam certificadas, mas, como era possível, desde que não houvesse oposição de todas as listas ao voto eletrónico, assumimos uma opção mais económica de poder fazer o voto eletrónico, como já se tinha feito no passado, já para o estrangeiro", adiantou.
A realização da segunda volta também teve impacto. "Nunca tinha acontecido uma segunda volta. Quer dizer, não íamos orçamentar já uma segunda volta, que não duplica, mas quase duplica. Ou seja, há aqui dois elementos. O que aconteceu foi que, a partir do momento em que caiu essa opção [do voto eletrónico], e isso foi uma decisão das listas, os serviços só têm de a executar, tivemos de alargar o número de locais de votação, para se votar no estrangeiro. Foi toda uma operação que foi, de facto, muito pesada. Houve uma altura em que as estimativas de custo já estavam nos 4/5 milhões de euros, mas conseguimos negociar muita coisa no momento e conseguimos fechar nos 3,2 milhões de euros."
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