A viver uma nova realidade ao serviço da Juventus, Francisco Conceição refletiu sobre as épocas no FC Porto sob orientação do pai, Sérgio Conceição. Uma realidade que descreve com "uma honra", mas que também trouxe dificuldades.
"Foi uma honra. Não por ser meu pai, creio que os factos falam por si. Foi uma honra e um fardo. Não nego que não seja fácil tê-lo como treinador, mas serviu de empurrão, para provar todos os dias que não estava lá por ser filho do treinador. Cheguei à seleção sozinho", frisou em entrevista ao 'La Stampa', revelando que continua a conversar com o pai sobre os jogos na Juventus.
"Falámos antes e depois de jogo, mas ele nunca aborda questões táticas ou estratégicas. Falamos sobre mim, sobre como me sinto, como devo encarar o desafio do ponto de vista mental", explica.
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