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A paciência do ‘tribunal’ de Alvalade para José Peseiro parece estar a esgotar-se e ontem o técnico chegou mesmo a ouvir cânticos a exigir a sua demissão e a ver lenços brancos vindos de vários sectores das bancadas. Apesar dos evidentes sinais que lhe eram dirigidos, após o apito final e consequente derrota com o Estoril, o treinador do Sporting permaneceu no relvado, juntou-se aos seus jogadores no aplauso aos adeptos e foi ele quem encabeçou a equipa à saída de campo para os balneários.
Puxando o filme atrás, os sinais de descontentamento começaram a surgir ainda quando o Sporting estava em vantagem, ainda que direcionados a alguns jogadores - nomeadamente Jefferson, que ao ser substituído foi vaiado. Aos 72’, com o empate dos canarinhos, os ténues assobios deram lugar a cânticos bem audíveis, numa primeira fase para toda a equipa e idênticos aos ouvidos contra o Loures: "Joguem à bola, que a camisola é para suar." Dez minutos depois, agora com a reviravolta, o principal visado passou a ser Peseiro. Durante o quarto de hora seguinte e até depois do fim do jogo, o Topo Sul, ‘casa’ das claques, traçou, em uníssono, o destino do técnico: "Já está na hora de o Peseiro ir embora" e "Peseiro, c*****, pede a demissão". Enquanto isso, no banco, o ribatejano mostrava-se cada vez mais agitado com o desenrolar do jogo, esbracejando inúmeras vezes para os seus jogadores. O nervosismo dentro de campo transpareceu para fora e Alvalade encerrou num clima... assombrado.
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