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A dias de rumar ao Uruguai, Coates volta a reconhecer como foi difícil tomar a decisão de deixar o Sporting ao fim de oito anos e meio. Em entrevista ao jornal Sporting, o central faz um balanço muito positivo e deixa palavras de agradecimento.
"De certa forma, é fechar um ciclo. O dia em que tomei a decisão foi um dos mais difíceis da minha vida, sem dúvida. Tenho muitas coisas aqui, passei muitos anos no Clube, conheço-o. No entanto, quando tomo uma decisão, seja a correta ou não, faço o que acredito que seja melhor para a minha vida e para a minha carreira. Por muito que me custe, acho que é a decisão correta", refere Coates que se despedirá do Sporting e seus adeptos no jogo com o Athletic Bilbao (Troféu Cinco Violinos), sábado às 19h30.
Questionado sobre quem deu mais a quem não hesitou a responder: "Sem dúvida que foi o Sporting CP ao Coates. Quando cheguei, não tinha atingido o que queria na minha carreira e este foi o clube perfeito para mim por todas as razões. Conheci gente perfeita, muitas pessoas que trabalham connosco na Academia e aqui no estádio. Assim como os adeptos e não só os sportinguistas. Todos os portugueses foram sempre respeitosos comigo e trataram-me da melhor maneira. Isso, para mim, tem um significado muito grande".
Coates revela que ter sido capitão do Sporting "foi um orgulho enorme. Não sou português, sou um estrangeiro que chegou a um clube gigante em Portugal. Foi também um sinal de que a equipa confiou em mim e é uma responsabilidade linda. Gosto desse tipo de responsabilidade, de ajudar algum companheiro quando precisa. Foi sempre um orgulho ajudar os meus companheiros, usando ou não a braçadeira", diz.
Questionado sobre a mensagem que gostaria de deixar aos sportinguistas responde: "Não há muito para dizer para além de obrigado. Obrigado
a todos. Quando as coisas não me correram bem sempre recebi o apoio deles. Digo sempre aos meus amigos do Uruguai que nunca tinha estado num clube onde o objectivo maior foi falhado durante quase 20 anos e os adeptos sempre nos apoiaram e acreditaram nas equipas. Não há
muitos lugares onde se veja isso. Esta é uma das últimas vezes em que vai estar no balneário da equipa principal."
E termina, reconhecendo a emoção que estes dias de despedida provoca. "É difícil por tudo o que vivi aqui, no clube e neste balneário. Conquistas, não-conquistas, diferentes colegas de equipa e treinadores. É muito difícil e vai-me custar muito. Vai ser difícil para mim e para a minha família, mas tudo tem,infelizmente, um fim. "
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