R - Renovou ainda antes de se saber o desfecho da fase de qualificação. Foi também uma prova de confiança para si…
FN – É o reconhecimento do nosso trabalho. Mesmo antes do fim da fase de qualificação, a Federação (FPF) já tinha comunicado o interesse na minha continuidade. O lado desportivo é aquele que é visível, mas a nossa missão não se esgota no treinar. Este envolvimento com todos os escalões de formação é muito importante.
R - Não deixa de parte fazer a transição para o campo do futebol masculino?
FN – Nunca fiz essa diferenciação entre o masculino e feminino, as coisas foram surgindo de forma natural. É com orgulho que estou no espaço da Federação e tenho muito prazer no que faço. Enquanto assim for, faz todo o sentido continuar no futebol feminino. Felizmente, tenho tido esta sorte de fazer o que mais gosto, com o reconhecimento das pessoas.
Por Ricardo Granada