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Ricardo Quaresma, autor dos dois cruzamentos que valeram a vitória (2-1) já em tempo de descontos, explicou que a receita para o sucesso esteve nas individualidades.
"Não há jogos fáceis. O Egito estava a defender bem e temos jogadores que a qualquer momento resolvem um jogo e foi isso que aconteceu", começou por dizer na zona de entrevistas rápidas.
Para o extremo de 32 anos a pressão para vencer é algo a que os jogadores portugueses estão habituados.
"Nós estamos habituados à pressão, demos o nosso melhor e foi isso que aconteceu hoje. Agora há que recuperar e pensar no próximo jogo [com a Holanda, na segunda-feira]".