Alain Orsoni, antigo líder de movimentos independentistas da Córsega e ex-presidente do clube de futebol Ajaccio, morreu depois de ter sido atingido a tiro quando assistia ontem ao funeral da mãe.
As autoridades francesas acreditam que Orsoni, de 71 anos, foi morto por um sniper que estaria escondido no cemitério. Foi atingido por uma bala no peito no momento em que o padre concluía as cerimónias fúnebres de Marinette Orsoni, de 92 anos. "Era um momento de tristeza e luto quando de repente ouvimos um tiro e o Alain caiu, morto", contou padre Roger Polge à France 3.
Os serviços de emergência foram de imediato chamados ao local, mas não conseguiram reverter a situação. A imprensa da ilha mediterrânica garante que já foi aberta uma investigação e que as suspeitas recaem sobre o crime organizado.
À Reuters o procurador Nicolas Septer revelou que o antigo líder do clube "foi atingido por um tiro de longa distância".
Alain Orsoni, que viveu na Nicaragua durante muitos anos, tinha sobrevivido a uma tentativa de assassinato em 2008, graças à intervenção da polícia.
Foi um proeminente membro e líder do Movimento de Libertação Nacional da Córsega (FLNC) nos anos 80 e em 1990 formou o Movimento pela Audodeterminação (MPA), que acabaria extinto alguns anos depois. O seu irmão Guy, também membro do nacionalismo corso, foi assassinado em 1983.
Orsoni foi presidente do Ajaccio em duas ocasiões, entre 2008 e 2015 e entre 2022 e 2023.
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