Hélder Postiga para todas as decisões

Hélder Postiga para todas as decisões

Há jogadores que nasceram com queda para uma camisola. A de Postiga é vermelha, com o escudo de Portugal. O golo solitário que bateu a Rússia e faz a Seleção Nacional continuar a sonhar com a presença no Mundial do Brasil coloca o avançado do Saragoça no 6.º lugar entre os goleadores da equipa de todos nós. Postiga iguala assim Rui Costa, com 26 golos. Só nesta qualificação já marcou por cinco ocasiões, só falhando nos encontros na Rússia e no Azerbaijão.

Mas este é apenas mais um capítulo de uma história de amor que faz na quinta-feira uma década. Foi a 13 de junho de 2003 que Postiga se estreou a marcar pela Seleção. E logo a dobrar. Em pleno Estádio Nacional, Portugal vence a Bolívia por 4-0, com um então jovem Postiga, de 20 anos, a marcar os dois últimos golos do particular.

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Ontem, Postiga apontou ainda o 7.º tento no Estádio da Luz, onde é particularmente mortífero... e decisivo. O primeiro na Catedral foi tão só o golo que deu o empate à Seleção Nacional naqueles quartos-de-final de emoções fortes do Euro’2004, com a Inglaterra. No mesmo palco Postiga ainda contribuiu com mais dois golos na robusta vitória por 4-0 frente a Espanha, em jogo particular realizado em novembro de 2011. Volta a brilhar mais alto em junho do ano seguinte, com um golo de calcanhar frente à Noruega que, à semelhança de ontem, voltou a endireitar uma qualificação para o Euro’2012 que parecia em risco.

Antes do golo que ontem nos fez todos suspirar de alívio, o avançado tinha bisado também contra a Bósnia (6-2), a 15 de novembro de 2011, no encontro que colocou de uma vez por todas Portugal no Europeu da Polónia e Ucrânia. Agora, quando foi preciso, Postiga voltou a responder à chamada.

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