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Dinorah Santana diz que só quer que o jogador brasileiro desapareça da sua vida
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Dinorah Santana foi casada com Dani Alves, tem dois filhos com o jogador e foi também sua empresária. Agora está de costas voltadas com o brasileiro, que continua detido em Barcelona por suspeitas de violação de uma jovem na noite de passagem do ano.
"Para mim, ele não existe, está morto", refere em entrevista ao programa "Cuatro al día", frisando estar farta de ter sido usada: "Baixei sempre a cabeça, nunca dei escândalos".
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Dinorah Santana revolta-se por ter sido usada em muitos momentos, nomeadamente quando se mudou para Barcelona para fazer passar a ideia que o jogador tinha uma vida organizada na cidade e que não existia o risco de fuga. Quando a juíza recusou a liberdade condicional a Dani Albes, garante ter sido abandonada.
"Pediram para nos mudarmos para Barcelona e até procurei colégio. Visitámo-lo na prisão e logo depois negaram-lhe a liberdade condicional. E de repente fiquei sozinha, já ninguém quis saber de mim", prossegue, revelando que até quando defendia o jogador publicamente as suas palavras eram "recomendadas". "Vais chegar ao aeroporto, terás a imprensa à espera, vais dizer isto e aquilo. Depois da visita à prisão, dizes isto", conta.
E não se fica por aqui: "Ser filho de um presumível violador é muito desagradável. Quero que desapareça da minha vida." Dinorah Santana acrescenta ainda que o jogador não mudou de postura apesar de estar há vários meses preso. "Quando o visitei, encontrei-o bem, muito arrogante".
No início de fevereiro, Dinorah Santana saiu em defesa de Dani Alves. "Estão a condená-lo sem que tenha sido julgado. O Dani era incapaz de desonrar uma mulher. Estive casada com ele 10 anos e conheço-o desde os 22. Toda a gente que o conhece sabe que ele não seria capaz de uma coisa destas. Dói bastante... As pessoas julgam pelo que leem na imprensa, cada um faz o seu próprio juizo. O Dani está na prisão por risco de fugir, porque tem outra nacionalidade e uma vida financeira muito estável. Não está preso porque seja culpado, só no julgamento será julgado", afirmou então.
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