Paulo Fonseca escreveu uma carta emocionada partilhada pelo site oficial da Roma onde referiu ser muito difícil pensar que o futebol poderá voltar a ser jogado com festejos contidos. E o técnico português dá um exemplo.
"É difícil para mim imaginar jogar sem a paixão dos adeptos e especialmente jogar sem aquele abraço. Sim, aquele abraço que utilizamos para celebrar o melhor momento do futebol, o golo. O momento em que o marcador do golo desaparece num monte de braços", explicou o treinador da Roma, que elencou momentos que na sua carreira que terminaram com essa emoção.
"No meu primeiro ano no Shakhtar, num jogo em que passámos de 0-2 para 3-2 nos minutos finais do jogo, todos os jogadores vieram abraçar-me para comemorar o último golo. Nunca vou esquecê-lo. E em Braga, com o golo do Marcelo Goiano, que nos deu a Taça de Portugal, algo que nunca esquecerei, ou em Paços de Ferreira, com o golo do Manuel José que nos classificou para os playoffs da Liga dos Campeões. Ou agora em Roma, com o golo de Dzeko no último minuto em Bolonha. Há tantos golos que terminam com esse abraço que eu nunca esquecerei", referiu Paulo Fonseca, de 47 anos.
O antigo técnico de FC Porto, Sp. Braga ou P. Ferreira partilhou também um pensamento sobre os tempos de isolamento. "Durante este período de quarentena, tentei afastar o pessimismo e o medo: acredito que o meu Mundo se tornará mais forte e mais unido do que nunca. Até ao nosso regresso, é necessário tomar decisões imediatas e tomá-las agora é quase como arbitrar um jogo sem apito e sem cartões", sublinhou.
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