O ciclista português António Morgado admitiu esta 6.ª feira que será complicado repetir no sábado o triunfo na Clássica da Figueira, mas a missão é que a vitória fique na UAE Emirates, numa corrida que pode ser perigosa.
"Este ano vai ser complicado, mas vamos tentar. Ou eu ou a equipa, essa é a missão, ganhar um de nós e vamos ver", assumiu, em declarações à agência Lusa, o ciclista luso, de 22 anos.
Apesar de a UAE Emirates se apresentar com uma equipa forte, com o norte-americano Brandon McNulty, o austríaco Felix Grossschartner e os portugueses Ivo e Rui Oliveira, Morgado advertiu que "as outras equipas também vêm com grandes líderes".
"Mas sim, temos talvez um dos top'3, top'4 mais fortes da nossa equipa, que é o McNulty. Na hierarquia da equipa é um atleta que está muito acima e tem que ser respeitado, e talvez seja o favorito", admitiu.
Com Portugal muito afetado pelo mau tempo nas últimas semanas, a chuva parece ter feito uma pausa e permitir a realização da Clássica da Figueira no sábado, embora com alterações no percurso e previsão de vento forte.
"Isto é uma corrida que é perigosa, com o vento que está, isto é um pouco perigoso. Um pouco não, é perigoso. Mesmo a treinar, nas últimas duas semanas, acho que tanto eu como os atletas portugueses tivemos dificuldades a treinar -- eu, porque também estive doente nas últimas duas semanas -- por causa do tempo. E espero que não haja quedas e que tudo corra pelo melhor", afirmou.
A Clássica da Figueira será a sétima corrida da temporada para António Morgado, que terminou as seis anteriores no top'10, com destaque para o triunfo no Trofeo Calvià e o segundo lugar no Trofeo Serra Tramuntana, apenas atrás do belga Remco Evenepoel (Red Bull-BORA-hansgrohe).
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