João Almeida esteve bastante ativo nos últimos quilómetros da segunda etapa, lançando mesmo Tadej Pogacar rumo à vitória, objetivo contudo que foi travado por Van der Poel. O ciclista português fez o balanço do dia, referindo que podia ter ajudado mais na frente da corrida, mas o aglomerado de adeptos nas subidas impediu-o de poder chegar-se mais à frente.
Como foi este segundo dia?
JOÃO ALMEIDA - Foi super agitado. Eu perdi a posição porque tudo estava super caótico e era impossível passar, a estrada estava cheia de pessoas, cheia de ciclistas. As coisas são como são. Consegui juntar-me novamente ao grupo e dar uma ajuda, mas não fiz exatamente o que queria fazer
Muita gente na berma da estrada nomeadamente nas subidas acaba por ser um problema nas corridas?
JOÃO ALMEIDA - Podemos dizer que sim, porque isso realmente bloqueia a corrida. Talvez eu pudesse ter ajudado o Jhonatan (ndr: Jhonatan Narváez), naquele momento, a puxar. Acho que poderíamos ter tornado a corrida ainda mais difícil. Mas pronto, é o que é.
Qual era o plano antes da corrida, porque normalmente esperamos ataques da UAE?
JOÃO ALMEIDA - Só queríamos controlar a situação e tentar vencer a etapa. É claro que havia bastante vento. É muito difícil andar sozinho nestas estradas. Mas acho que, no fim, não foi assim tão mal.
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