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Antigo piloto francês faleceu, em 2015, na sequência de um grave incidente no GP Japão de 2014
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Nos últimos anos a Fórmula 1 tem sofrido grandes mudanças a todos os níveis e a segurança dos pilotos tem sido uma das principais preocupações da FIA (Federação Internacional do Automóvel). Desde 2018 que os bólides mais velozes do planeta utilizam o 'Halo', um sistema de proteção do cockpit que a grande maioria dos pilotos acredita ter salvo, este domingo, a vida a Romain Grosjean, que sofreu um acidente violentíssimo logo na primeira volta do grande Prémio do Bahrein.
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A hipótese do 'Halo' já era discutida há vários anos, mas o momento que fez a FIA decidir-se por implementá-lo foi a morte de Jules Bianchi, em julho de 2015, na consequência do grave acidente que o piloto francês havia sofrido em Suzuka, no Grande Prémio do Japão, nove meses antes.
Este domingo, a mãe de Jules Bianchi, Christine, enviou uma mensagem ao comentador televisivo francês Julien Febreu na qual defendeu que a medida de segurança implementada após a morte do seu filho foi decisiva para que Romain Grosjean sobrevivesse ao incidente. "Introduziram o 'Halo' após o acidente do meu filho e foi o 'Halo' que hoje salvou a vida do Romain. Isto é ótimo. Estou feliz pelo facto de ele estar bem", escreveu Christine Bianchi.
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