Rodrigo Herédia figura na história do surf português como o primeiro campeão nacional oficial, tendo chegado mesmo a um título europeu na modalidade. Dominou na década de 90, quando Tiago Pires era ainda um menino. Ajudou à organização dos primeiros WCT em Portugal, na Figueira da Foz e hoje, anos mais tarde, em Supertubos, está presente como colaborador da organização. Mas gostaria de ser algo mais: "Surgiu a posssibilidade de entrar como convidado da Rip Curl, mas também estava na organização do evento e face a esse conflito, acharam que seria mais útil na areia que no mar."
Uma decisão pacífica mas que suscita algum amargo de boca: "Gostaria de surfar aqui porque os Super é uma onda em que me dou bem e ainda poderia fazer alguns estragos."
Quanto à prova e a sua importância para Portugal, o antigo campeão nacional é superlativo: "Enorme. É pena que ainda não seja uma etapa fixa do WCT (Circuito Mundial) porque seria muito bom para o país. É um cartaz enorme para um tipo de turismo que está em franco crescimento, e que costumo comparar ao turismo do golfe. O surfista já não é aquele turista de pé descalço, estamos a falar de turismo de qualidade e comparo com o golfe porque tal como os golfistas chegam a uma região e experimentam vários campos, também os surfistas chegam a algum lado e experimentam várias ondas à volta do sítio onde se encontram."
Quanto à relação do WCT e o turismo; "É simples: onde quer que o WCT pare, esse local torna-se uma meca do surf. Há pouco tempo organizei uma etapa do WQS (circuito de qualificação) nos Açores e os participantes chamaram às nossas ilhas o 'Havai da Europa'. Ora se Portugal é a Califórnia da Europa e temos o Havai da Europa, porque não vendermos isto? O potencial é ilimitado."
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