Este quarto jogo é talvez o melhor da série Sniper Elite, mas vamos por partes. Começando pelo enredo, a verdade é que não traz anda de novo. A base da campanha está extremamente focada na morte de nazis e em sabotagens e a narrativa nunca é fantástica, apesar de existir uma boa ligação entre as missões.
Em termos gráficos este é um jogo dentro da média, nunca sendo fantástico, mas também nunca sendo abaixo da média, com os cenários têm uma variedade que se deve aplaudir durante toda a campanha que dure cerca de 15 horas. As texturas e os efeitos de luz e sombra também estão na média tal com existem detalhes interessantes em cada cenário. Na dificuldade mais alta este jogo é um verdadeiro desafio, principalmente porque o realismo aumenta em termos de física de jogo. É preciso ter em conta vento, arma, gravidade, ângulo, distância, e tudo isto torna o jogo realista nos momentos em que temos de pressionar o gatilho. É preciso preparar o local, conhecer o que nos rodeia, encontrar o melhor local, e saber por onde devemos escapar, porque se a nossa posição for revelada, teremos problemas.
O leque de armas é bom, mas a verdade é que não muda de forma significativa a maneira como iremos jogar. A inteligência artificial tem bons momentos, mas noutros nem tanto, sendo algo inconstante, o que é pena porque este jogo merece ser um desafio para quem o joga. Destaque ainda para um bom sistema de stealth e alguns momentos bem conseguidos nas missões criando ambientes tensos e solitários em que sentimos o momento.
O multiplayer tem bons momentos, apesar de se tornar repetitivo ao fim de algum tempo. É, obviamente, muito mais intenso do que a campanha, mas a identidade do jogo não se perde, algo que gostei bastante.
Sniper Elite 4 é um bom jogo que nunca chega a ser formidável. O seu trunfo está a liberdade que nos dá, pois iremos avançar na campanha como quisermos. É um jogo que nos pede para sermos criativos, para inventarmos, arriscarmos e ver o que acontece. Tem momentos mais intensos, é um bom desafio e é divertido em alguns momentos, e mesmo não se destacando em nenhum aspeto, consegue ser, num todo, o melhor jogo da série.
Por Luís Pinto
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