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Atleta português assume concordar com uma eventual separação dos recordes por conta das inovações
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Quando, em outubro, Samuel Barata bateu o recorde nacional da meia maratona, no meio de inúmeras mensagens de felicitações e reconhecimento houve também quem colocasse um asterisco no resultado por conta dos potenciais ganhos de performance vindos das novas sapatilhas (com placa de carbono). O mesmo se aplicou quando correu 2:07:35 na Maratona de Valência e é sem rodeios que, a Record, o atleta do Benfica atira um número claro quanto ao ganho que teve graças às suas Puma Fast-R Nitro Elite 2.
RECORD - Quanto achas que as sapatilhas te ajudaram no tempo de Valência?
SAMUEL BARATA - Fácil! Se tivesse corrido há 10 anos tinha feito mais 2 minutos. Teria feito 2:09. Sei disso porque notei uma grande evolução nas sapatilhas. Nessa questão do treino também. Um grande exemplo foi o treino que fiz hoje [25 quilómetros a 3’18/km]. Se tivesse feito com sapatilhas de competição de há 10 anos estaria agora aqui todo ‘rebentado’! E estou aqui impecável e sem dores nas pernas. O treino faz-se com mais qualidade, com melhor recuperação e corre-se mais rápido na prova. Nota-se bastante.
Treina-se mais, mais forte e está a haver um boom brutal nas marcas. Tenho 2:07 e no ‘Road to Paris’ [ranking da World Athletics com as marcas dos Jogos Olímpicos] estou em 50.º. Só para teres noção do nível. Há marcas similares à minha, entre 2:06 e 2:08 há muita gente. É um nível brutal. Sem dúvida que as sapatilhas têm ajudado muito.
Aliás, na semana anterior a vir para o Quénia estive com o Domingos Castro e o Paulo Guerra no Jamor. Eles deram-me os parabéns pelos resultados, mas eu disse mesmo ‘vocês com estas sapatilhas…‘. Especialmente o Domingos Castro, porque eu fiz uma melhor marca do que ele – ele fez 2:07:52. Disse-lhe ‘você com estas sapatilhas fazia 2:05 e com essa marca na altura era recordista do mundo.’
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