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Numa caixa de sonhos, cabem os Jogos Olímpicos e a enfermagem. A atleta do Sporting, de 27 anos, conseguiu tirar o melhor de um ano atípico
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Record - Acaba de fazer uma grande prova na Polónia, já bateu um recorde nacional este ano e, não tarda, estará nos Jogos de Tóquio. Como é que se tem gerido? Como é ser a Cátia Azevedo?
Cátia Azevedo – É uma montanha russa. Eu sou uma miúda muito trabalhadora e este ano está a ser a recompensa do meu trabalho de muitos anos. Sempre fiz boas marcas mas acho que as minhas potencialidades estão finalmente a sair cá para fora, sinto-me muito mais confiante nas provas. Ser Cátia Azevedo não é fácil nem para mim, mas sou muito feliz quando me deito.
R - Os Jogos são um sonho para qualquer atleta e a própria Cátia já admitiu que também o são para si, e inclusive tatuou o símbolo. Como está a ser esta contagem decrescente?
CA – Ir aos Jogos nunca foi ‘o sonho’, ainda que para muita gente seja um choque dizê-lo. Nunca vivi obcecada com isso, e não é uma crítica mas sempre fui uma pessoa com os pés bem assentes na Terra. Mesmo quando as coisas estão prestes a acontecer, penso sempre que mais depressa podem não acontecer do que acontecer. Fiz a tatuagem depois de ir aos Jogos do Rio, depois de sofrer tanto para lá estar. Os treinos corriam bem e as marcas também, mas o atleta é um todo e o meu todo não estava completo. A minha cabeça não estava muito bem, foi um sacrifício. Um sonho olímpico é isso: o culminar de muitos sacrifícios, de muita dedicação. Tenho pensado nisso nos últimos dias... em como as pessoas só veem o resultado, mas antes do resultado há toda uma pirâmide de sacrifícios. O sonho olímpico é só a cereja no topo do bolo.
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