Em apenas dois meses, Carlos Santos Silva, amigo e alegado testa de ferro de José Sócrates, levantou ao balcão de uma agência do Barclays 250 mil euros. Estes levantamentos ocorreram entre outubro e novembro de 2013, ou seja, um ano antes de Sócrates ter sido detido.
Rodrigo Coutinho, gestor de fortunas do BPI e que acompanha Santos Silva desde 2010, afirmou ontem, segunda-feira, em tribunal que os levantamentos do empresário da Covilhã não fizeram soar os alarmes do departamento de compliance do banco. “Era uma prática comum nessa altura. As pessoas levantavam muitos capitais por insegurança”, explicou.
Incrédula, a juíza Susana Seca insistiu: “Se uma pessoa levantasse 100 mil euros ao balcão, não fazia nada?”. “Não, era recorrente”, respondeu a testemunha, que foi depois confrontada com cinco escutas telefónicas, nas quais Carlos Santos Silva lhe pede para fazer levantamentos de dezenas de milhares de euros. Numa das conversas, no final de 2013, reproduzida ontem, segunda-feira, em tribunal, o gestor revela: “Temos aqui alguma coisa, à volta de 30 [mil euros]”.
A quantia é insuficiente para Santos Silva, que pergunta: “Conseguia mais?”. O gestor diz que, naquele momento, não, mas que vai tentar. Mais tarde, informa-o empresário que “já lhe arranjei mais dinheiro, 75 [mil euros]”. Esse levantamento terá sido na ordem dos 100 mil euros.
O gestor de fortunas do BPI foi ainda questionado pelo Ministério Público sobre o cofre de Carlos Santos Silva no banco e disse desconhecer essa matéria. Quando foi interrogado, o amigo de Sócrates confirmou que tinha um cofre no BPI e outro em casa.
Autor: Now
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