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O Chaves recebe o Penafiel no Estádio Engº Manuel Branco Teixeira (sexta-feira, às 20h15) em jogo a contar para a 21.ª jornada da Liga Meu Super. Numa senda negativa de seis jogos sem vencer, o técnico Filipe Martins apelou à mentalidade dos seus jogadores e rejeitou o rótulo da subida, preferindo concentrar-se no regresso aos triunfos para cumprir os objetivos.
O que esperar frente ao último classificado, que tem sempre surpreendido em Chaves? "Temos que corrigir algumas coisas, falámos delas dentro do balneário. Temos que melhorar bastante, começando pela atitude com que entramos nos jogos. Podemos agarrar nesta estatística do último classificado, que não tem sido favorável, mas eu prefiro agarrar-me às coisas boas, porque também foi com o Penafiel na primeira volta que começamos a melhorar e a dar seguimento ao nosso trabalho. Espero que seja uma melhoria da equipa, eu como treinador também tenho de procurar novas dinâmicas. Tenho a sensação de que estamos mais fortes agora. Temos que tentar ser mais fortes do que o adversário, mas não há jogos fáceis, o Penafiel melhorou com a chegada deste treinador."
Porquê desculpabilizar a sua equipa e a chamar a si a responsabilidade, a mensagem não está a passar? "Acho que, se não houvesse vontade, não havia reação. Era continuar o comportamento. Acho que estamos muito a reagir e pouco a agir. Tem essa questão mental, pode ser da mensagem ou de várias coisas. Sempre assumi as coisas, talvez em demasia. Gosto de tratar dos problemas das minhas equipa dentro do balneário, há momentos para tudo. Mas não estou a lidar com máquinas, estou sim a melhorar os comportamentos. Quando ganhamos, sou cobrado por isso também. E há cobrança dentro deste clube, mas não é na praça pública que as coisas se resolvem. Não posso mudar a equipa toda, mas vou acreditar que há jogadores apenas numa fase má e eu tenho de trabalhar a cabeça deles. Tenho que meter estas cabeças alinhadas e sermos assim mais consistentes no jogo. No último jogo, temos um remate até ao Felgueiras fazer o golo, aos 40'. A parti daí, até ao intervalo, temos logo dois lances de perigo. A equipa está a reagir, não a agir. Agora, se a mensagem passa ou não passa, tenho que admitir que não está a passar, mas quero acreditar que estou a lidar com jogadores maduros."
A subida de escalão ainda é possível? "Sim, o Vizela o ano passado estava muito mais longe e discutiu. Eu não vou falar mais de subida, fui obrigado a falar muitas vezes de subida por uma estratégia de marketing ou como queiram chamar da anterior administração, a quem eu agradeço. Mas quando eu defino uma estratégia para a época com a direção desportiva e, depois, os jogadores apresentados têm de dizer uma ideia diferente, não posso ir por outro caminho. A exigência não precisa de ser apregoada, temos é que começar a ganhar jogos. Só assim é que podemos fazer contas para cima. Se não ganharmos, temos é que ser pragmáticos e olhar por baixo."
O que pode André Rodrigues aportar? "Está apto para jogar. Não vai jogar de início, porque precisa de adquirir algumas rotinas. Mas está convocado e pode jogar, teve poucos minutos na equipa A por opção da equipa técnica. A informação que temos é de um excelente profissional, vem ajudar-nos e pode estrear-se já este fim de semana, tem provas de 2ª Liga. Dentro do campo é quando esperamos mais sucesso dele. Que venha a ser feliz."
O plantel dá garantias? "A única coisa que eu peço é para não ter tantas lesões como tínhamos até agora. O Uros já está disponível, o Jorge Delgado também. A chegada do André e a recuperação quase total do Wellington, é bom. O Tounkara também já está quase a 100 por cento, temos opções a explorar. Mas, mais do que individualmente, as derrotas têm que nos tocar, porque acho que já está a mexer com o orgulho e com o brio que cada profissional tem que ter. Quando se desliga a ficha, estás mais sujeito a que isto se aconteça. Estamos a perder por pormenores."
Por Paulo Silva ReisTreinador do Chaves sublinhou o desejo de corrigir aspetos dentro do balneário para regressar às vitórias e cumprir os objetivos
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