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Moçambique anunciou hoje que vai candidatar-se a organizar a Taça das Nações Africanas (CAN) em 2012, numa altura em que o recente chumbo à pretensão de acolher a edição de 2010 ainda causa polémica no país.
Justificando a apresentação de nova candidatura para 2012, o secretário-geral da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Manuel Monteiro, disse hoje aos jornalistas que a iniciativa visa "revitalizar o desporto moçambicano, particularmente o futebol".
"Julgo que este objectivo é fundamental, pois está relacionado com a formação de jogadores e com a construção e reabilitação de infra-estruturas desportivas" do país, afirmou.
Actualmente, sublinhou, o executivo da FMF está a trabalhar no sentido de "demonstrar à CAF (Confederação Africana de Futebol) a sua determinação em trabalhar para o bem do desporto do país."
"Nessa altura, estaremos mais maduros em termos de gestão de futebol", frisou Manuel Monteiro, segundo o qual a recente candidatura do país à organização da CAN'2010 vai concorrer para a "boa apresentação" de Moçambique relativamente à edição de 2012.
O presidente da FMF, Mário Coluna, considerou ter havido "uma grande batota" no afastamento de Moçambique na fase de pré-selecção dos candidatos à organização da CAN'2010.
"Houve uma grande batota. Escolheram os países produtores de petróleo. Nós, que não temos petróleo, infelizmente ficámos de fora", reagiu Coluna, que integrou a delegação que se deslocou ao Cairo, aonde está sedeada a CAF.
De acordo com o antigo capitão do Benfica e de selecção portuguesa, "muito abertamente foi mostrado o que se passa na CAF" e o afastamento de Moçambique nada teve a ver com o alegado baixo nível organizativo e competitivo do futebol moçambicano.
"Não tem a ver com isso. Todos vimos a roubalheira que houve no Cairo. O que está em causa é a escolha do país organizador do CAN'2010 e não a avaliação do nível futebolístico de cada país concorrente", disse.
Em resposta a uma pergunta dos jornalistas, Mário Coluna afirmou não saber se o chumbo da candidatura da FMF foi uma retaliação do líder do organismo que rege o futebol africano, por recentemente ter votado contra a candidatura do presidente da CAF, Issa Hayatou, à presidência da Federação Internacional de Futebol (FIFA).
"Não sei se ele ainda está com isso na cabeça.É verdade que eu votei contra Issa Hayatou, mas também houve outros que fizeram o mesmo. A própria Líbia aliciou-nos para votarmos em (Joseph) Blatter e não a favor de Hayatou", respondeu.
Além de Moçambique, foram excluídos da corrida à organização da CAN'2010 a Namíbia, o Zimbabué e o Senegal, que já apresentaram um recurso junto da CAF.
As candidaturas de Angola, Líbia, Nigéria e Gabão/Guiné Equatorial foram seleccionadas para a fase de apuramento final, que tem lugar em Outubro.
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