O treinador derrotado por Portugal aponta o dedo a Lafferty pela expulsão que condicionou os irlandeses...
– A sua equipa esteve a vencer, com um jogador a mais, mas acabou por perder e só com 9. Desiludido?
– É claro. Penso que fizemos o que tínhamos de fazer, especialmente na primeira parte. Não podemos jogar com as armas de Portugal, mas com as nossas. Quando estávamos a ganhar por 2-1, o 3-1 esteva mais próximo que o 2-2, mas depois também ficámos com 10, e depois com 9, e assim tornou-se quase impossível travar os portugueses.
– Está desiludido com os seus jogadores que foram expulsos?
– No caso do Brunt não, foram lances normais, mas o Lafferty desiludiu-me, bem como defraudou o esforço dos companheiros.
– O que poderia ter feito de diferente para conseguir outro resultado?
– Falar agora não serve de muito. Em termos gerais, só tenho de aplaudir os meus jogadores. Repare-se que nas substituições ficou provada a diferença entre as duas equipas. Eu não tinha mais argumentos no banco e o treinador português pôde ir buscar jogadores com a qualidade de um Nani. Fica um pensamento de frustração porque penso que a certa altura do jogo tivemos a vitória nas mãos, mas deixámo-la fugir
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