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É, hoje em dia, um dos jogadores mais falados no mundo do futebol, mas tem na susa história de vida um episódio que preferia esquecer. Virgil Van Dijk, defesa holandês do Liverpool, viu a sua vida por um fio aos 21 anos por causa de uma apendicite, peritonite e uma infeção renal. "A única coisa que via eram os fios ligados a mim. O meu corpo estava todo partido e não podia fazer nada. Nesse momento, todos os piores cenários estavam a passar-me à frente", revelou numa entrevista à 'FourFourTwo'.
Tudo começou com uma pequena dor no fundo do abdómen que Van Dijk decidiu ignorar. Três dias depois, se não fosse a sua mãe a telefonar de urgência para uma ambulância poderia ter-se tornado fatal. "Pela primeira vez na minha vida, o futebol não significou nada para mim. Só queria sobreviver. Eu e a minha mãe só rezávamos todos os dias e chegámos mesmo a discutir vários cenários", revelou o holandês, hoje com 28 anos, que na altura representava os holandeses do Groningen.
Numa situação em que todos os cenários possíveis e imagináveis lhe passavam pela cabeça, Van Dijk afirmou ter chegado a escrever um testamento na maca do hospital. "A certa altura, eu tive de escrever esse documento [testamento]. Se eu morresse no hospital, parte do meu dinheiro tinha de ir para a minha mãe. Ninguém queria chegar a esse ponto, mas era necessário colocá-lo em hipótese", declarou. De acordo com o médico que o operou, ele apenas sobreviveu graças à sua "condição física fora do comum".
Recorde-se que o central do Liverpool, vencedor da Liga dos Campeões na temporada passada e finalista vencido da Liga das Nações, foi recentemente eleito o melhor jogador da europeu pela UEFA e era o principal favorito à vitória no 'The Best' atribuído na segunda-feira: ficou em 2.º lugar, a 8 pontos de Messi e com mais dois do que Cristiano Ronaldo.
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