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Treinador português da Roma abre o livro numa longa entrevista ao 'Corriere dello Sport'
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José Mourinho, treinador da Roma, concedeu uma longa entrevista ao 'Corriere dello Sport' onde, entre outros temas, abordou a sua relação com Tiago Pinto, o diretor geral do clube, e a arbitragem, passando pela final da Liga Europa da temporada passada onde deixou muitas críticas a Anthony Taylor, algo que até lhe valeu uma suspensão.
Sobre o mercado, Mourinho começou por revelar que antes de chegar ao clube já sabia que ia trabalhar com recursos reduzidos. "Sabia exatamente no que me estava a meter. Se me perguntarem agora se me arrependo da escolha que fiz, respondo que não. Claro que não. Ainda que tenha vivido momentos de frustração", começou por dizer.
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O técnico português, de 60 anos, explicou ainda a alegada provocação que dirigiu à direção da Roma recentemente, quando deixou um espaço vazio numa foto com o plantel sinalizando que precisava de um avançado. "Às vezes, leio que o Mourinho está a provocar a sociedade. Essa fotografia foi tirada para rir. Quanto ao avançado imaginário, posso dizer que mesmo que Mbappé chegasse na próxima semana, já vinha atrasado. Após 28 dias de trabalho, 31 treinos e seis jogos, mais reuniões de análise tática... Não ter avançado é um problema".
Questionado sobre a relação que mantém com Tiago Pinto, Mourinho referiu que ambos se respeitam. "É impossível dizer que estou feliz. Mas dizer que estou em guerra aberta com o clube e que não estou contente com o diretor é muito errado. A nossa relação é de respeito, até formal. Não o trato pelo primeiro nome, para mim é o diretor. Nem sempre concordamos", explicou, antes de falar sobre as arbitragens.
"Em Itália senti-me atacado, violaram a minha liberdade como homem. Não me sinto confortável aqui. Tenho medo de voltar a ser penalizado, de voltar a ouvir o que ouvi ou ler o que li nos últimos dois anos. É algo que me incomoda. Talvez medo seja excessivo, mas sinto aborrecimento. O incidente com Anthony Taylor? Acabou o jogo e disse ao grupo: 'No ano que vem fico cá convosco'. 'P*** da vergonha' foi uma exclamação, um desabafo. Não insultei ninguém. Se o Anthony Taylor tivesse vindo atrás de nós depois do jogo, eu tinha dito: 'Eu errei, nós errámos, peço desculpa'", sublinhou.
Apesar de se ter comprometido com a Roma, Mourinho garante ainda que chegou a ter duas propostas para rumar à Arábia Saudita: "Al Hilal e Al Ahli. E sim, pensei nisso, mas antes de ir para um jogo informei o dono do clube que não tinha intenções de aceitar. E em casa disse a mesma coisa", concluiu.
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