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Carlos Fechas, treinador do Vitória de Guimarães, acredita que a tardia preparação para o encontro da meia-final da Taça de Portugal de basquetebol, diante do Sporting, que decorreu esta quarta-feira e que terminou com um triunfo leonino (83-71), poderá ter sido determinante para o desfecho do encontro.
"O Vitória vai ser mais tempo aquilo que foi na segunda parte. Claramente, pagámos aqui um bocadinho o facto de começarmos tarde a preparação. Demorámos muito a perceber a nível tático os posicionamentos que devíamos ter e como devíamos agir. Ao nível da agressividade, não fomos capazes de igualar e deixámo-nos afetar por essa mesma agressividade, no bom sentido", começou por dizer o técnico dos vimaranenses, em declarações no final do jogo.
Alta intensidade faz bem às equipas
"É importante que mais equipas joguem assim, ao mais alto nível é assim que se joga. Na segunda parte, melhorámos os posicionamentos, jogámos de forma mais ligada no ataque e defensivamente fomos mais agressores. Passou muito pela mudança de atitude e de estar."
Casos de Covid-19, regresso à competição e até um reparo
"Vai haver mais equipas em que vai acontecer [surtos de covid-19]. Se pensarmos dessa forma, não vai haver competição. Estamos em estado de contingência e temos de viver com isso. Faz sentido que haja esta competição. Estivemos muito tempo parados. A nível competitivo, pode ser um bocado complexo haver logo uma 'final four', mas temos de pensar no público que esteve a ver o jogo em casa e não olhar apenas para o nosso umbigo", concluiu.
Por Record com Lusa