Depois de Max Verstappen e Charles Leclerc, é a vez de Carlos Sainz estar sob uma chuva de críticas no que à discriminação racial diz respeito. Antes do início de cada Grande Prémio, os pilotos de fórmula 1 costumam posar para uma fotografia onde a grande parte deles decide colocar um joelho no chão e levantar um dos punhos - movimento que globalizou-se após a morte do norte-americano George Floyd, que morreu de forma semelhante às mãos de um polícia, pelo nome 'Black Lives Matter' (Vidas Negras Importam).
Contudo, existem pilotos que preferem não ajoelhar-se no momento de prestar uma homenagem a todas as vítimas de discriminação racial, como é o caso do piloto espanhol da McLaren que não se ajoelhou no GP da Grã-Bretanha e viu-se 'obrigado' a esclarecer a sua posição social, depois de ter sido acusado por Lewis Hamilton de desrespeitar o movimento que luta pela igualdade racial. "Sou livre de não ajoelhar-me. Já pedi às pessoas para deixarem este tema de lado. Todos nós, pilotos, somos contra o racismo. Só pelo simples facto de não ajoelhar-me não quer dizer que seja racista... É um simples gesto que não muda nada", atirou o piloto espanhol.
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