As missas e qualquer outra cerimónia religiosa só vão poder voltar a ser ministradas no último fim de semana de maio, a partir de 30 e 31 de maio. As celebrações comunitárias, realçou António Costa, serão realizadas "de acordo com regras a definir entre DGS e confissões religiosas"
António Costa realça que as decisões foram tomadas em diálogo com as confissões religiosas e, por isso, só será no último fim de semana de maio que serão "levantadas as restrições das celebrações comunitárias de qualquer religião".
Quanto aos funerais, vão continuar a ser realizados, apenas, com a presença de familiares, competindo aos presidentes de Câmaras a definição do limite máximo de pessoas que podem participar no funeral.
No entanto, o primeiro-ministro admitiu que em alguns pontos do território as decisões dos autarcas "têm sido excessivas", por isso realça que "reconhecendo que as regras que têm vigorado em alguns pontos do território têm sido excessivas para aquilo que é o respeito da memória de quem se perde e pelo respeito de quem os chora esse limite não deverá limirar o número de familiares", por isso, "poderão assistir e participar nas cerimónias fúnebres os familiares".
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