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O primeiro escalão do futebol português já há muito que assiste a vendas milionárias de treinadores, nomeadamente as de José Mourinho, André Villas-Boas, Ruben Amorim ou até Rui Borges e, quase sempre, relacionadas com os principais clubes da prova. No entanto, esse é um cenário incomum no segundo escalão.
Agora, a venda de Vítor Matos para o Swansea, por um milhão de euros, que era o valor da cláusula de rescisão, constitui um recorde para o Marítimo e é certamente uma das mais elevadas de sempre da 2.ª Liga.
Sinal do excelente trabalho realizado pelo técnico, ainda mais se tivermos em conta que os 12 jogos que fez pelo Marítimo são os únicos da sua carreira como treinador principal. A saída de Vítor Matos pelos valores envolvidos também valida a visão do presidente, Carlos André Gomes, e do diretor desportivo, João Moura, que fizeram uma aposta de risco e garantiram ao Marítimo lucros desportivos e financeiros.
Tanto assim é que Vítor Matos deixa o clube insular no 3.º posto da 2.ª Liga, com os mesmos 20 pontos do 2.º colocado (Torreense) e apenas dois abaixo do líder (Sporting B).
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