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O Grand Slam Track do próximo ano está suspenso, enquanto não forem pagas as verbas aos atletas que correram este ano, anunciou o antigo velocista Michael Johnson, promotor do circuito.
O antigo atleta reconhece os graves problemas financeiros: "A situação atual é a incapacidade de pagar aos nossos atletas e parceiros".
"Este é um dos desafios mais difíceis que já vivi", escreve o antigo recordista mundial dos 400 metros, que no ano passado anunciou, com grande 'pompa e circunstância' o novo circuito, que pretendia "desempoeirar o atletismo", com um novo formato exclusivamente constituído por corridas, atletas contratados e os mais elevados prémios.
Depois das etapas de Kingston, em abril, e Miami, em maio, com estádios com pouco público, Filadélfia, em maio, viu o programa reduzido de três para dois dias e Los Angeles, em junho, foi cancelado, por "razões económicas", com vários atletas a queixarem-se da falta de pagamento.
"O paradoxo mais cruel é que foi prometido aos atletas que seriam devida e rapidamente pagos. Mas temos dificuldades em fazê-lo", diz Michael Johnson, que refere a retirada de investidores "alterações de circunstâncias fora de controlo".
Este ano, a adesão dos atletas não foi forte - as múltiplas campeãs olímpicas Sydney McLaughlin-Levrone e Gabby Thomas estiveram nas provas, mas sprinters como Noah Lyles, Julien Alfred e Sha'Carri Richardson declinaram o convite.
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